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domingo, 24 de março de 2013

Fusão Lan & Tam e suas principais mudanças



A perspectiva de crescimento menor de suas operações internacionais em 2013 e os efeitos da superoferta de assentos no Brasil, promovida pela aviação brasileira nos últimos três anos, a Latam, que reúne as companhias LAN e TAM, revisar para baixo a projeção de aumento de capacidade no transporte de passageiros neste ano. De uma previsão inicial de 4% a 6% para uma faixa entre 2% a 4%.

Na bolsa de Santiago, ontem, a Latam registrou queda de 0,8%, para 10,678 pesos, a cotação mais baixa em pouco mais de três meses. A companhia teve prejuízo líquido (atribuído aos acionistas) de US$ 51,1 milhões no quarto trimestre de 2012, ante lucro de US$ 114,9 milhões um ano antes. No ano de 2012, o lucro foi de US$ 10,9 milhões, um recuo de 96,6% ante os US$ 320,1 milhões de 2011. A receita caiu 0,3%, para US$ 3,47 bilhões, no trimestre. No ano, cresceu 74%, para US$ 9,9 bilhões.

A Latam confirmou que sua capacidade no mercado doméstico brasileiro poderá ter redução entre 5% e 7% neste ano. Nas operações de carga, estima aumento de capacidade entre 2% e 4%, impulsionada pela incorporação de dois aviões 777 da Boeing.

"Prevemos um crescimento moderado nos voos de longa distância, de acordo com as condições do mercado", disse o principal executivo de finanças e relações com investidores (CFO) da Latam, Alejandro de la Fuente.

A revisão para baixo da capacidade de transporte de passageiros da Latam foi divulgada no mesmo dia em que a Associação Internacional do Transporte Aéreo (da sigla em inglês Iata) revisou para cima a projeção de expansão da demanda global por viagens aéreas.

De acordo com a Iata, o fluxo global de passageiros vai crescer 5,4%, ante iniciais 4,5%. No transporte de cargas, a projeção inicial, de 1,4%, foi revisada para 2,7%. "Essas revisões foram feitas porque acreditamos que o ciclo de baixa produção da indústria global aérea [no terceiro trimestre de 2012] passou", informou a Iata.

A América Latina, informou a Iata, poderá ter o segundo melhor resultado global de crescimento de tráfego aéreo, com crescimento de 8,1% em 2013. Ficaria atrás apenas do Oriente Médio, com previsão de 13,7%.

As operações internacionais da Latam já haviam apresentado dificuldades no quarto trimestre de 2012. Foi quando houve aumento de capacidade de outras companhias nos voos para a América do Sul, especialmente a partir dos Estados Unidos, além da fraqueza dos mercados europeus. Além disso, a capacidade de passageiros da LAN e da TAM nessas rotas aumentou 13,2% na comparação anual, resultando em uma menor taxa de ocupação e queda de rentabilidade.

Mesmo com a perspectiva de crescimento menor de suas operações internacionais, a Latam aposta nas rotas que a TAM opera de São Paulo para Nova York e Miami. "Há um clima de muita confiança na capacidade adicional entre São Paulo, Nova York e Miami, rotas que serão rentáveis no futuro", informou a Latam.

A partir dessas duas cidades americanas, a Latam tem a possibilidade de oferecer grande variedade de conexão com outras cidades americanas. A holding aguarda a aprovação do acordo de compartilhamento de voos ("code-share") da TAM com a American Airlines, divulgado em dezembro.


fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 21 de março de 2013

Copa Airlines aproxima São Paulo e Saint Marten




A Copa Airlines reforça a divulgação do Caribe e realiza até hoje, dia 21, cafés da manhã para promover Saint Maarten, em Campinas e em São Paulo foi realizado na manhã de hoje, dia 20. Os encontros reúnem autoridades, operadoras, agentes de viagem e o trade paulista para apresentar os encantos da ilha.

Com duas frequências semanais, aos domingos e quintas-feiras, o destino é um recanto da arquitetura colonial holandesa e francesa e um dos principais templos gastronômicos caribenhos. Com as rápidas conexões no hub das Américas, os passageiros evitam filas de imigração e alfândega, têm as malas despachadas automaticamente para o destino e ainda podem aproveitar compras nas lojas duties free do aeroporto panamenho.

Saindo de Guarulhos (GRU)  para  Panmá (PTY) com o voo: 758 e finalizando a escala saindo de Panamá (PTY) para St Maarten, Netherlands Antilles (SXM) no voo: 134.

Fonte : Site da Própria Cia Aérea. 

Helicóptero recebe “acabamento” de Romero Britto

Priscilla McInnes Queiroz Campos on quinta-feira, março 21, 2013 in Eurocopter AS350, Helibras, helicóptero, Última Noticia


Romero Britto se firmou no mercado, mas passa longe de ter suas obras admiradas pelos críticos. Mal comparando, é uma espécie de Paulo Coelho das artes plásticas: vende horrores, mas segue criticado.


Há, no entanto, muita gente que ostenta quadros do artista na parede. Até a presidente Dilma Rousseff já foi presenteada com um quadro de Britto. O empresário norte americano Robert Spiegel, porém, foi além.
Fã de arte pop, Spiegel decidiu fazer de seu helicóptero Eurocopter AS350 B3 e um item único e encomendou ao brasileiro um de seus desenhos. O resultado, que você confere na imagem acima, impressionou o proprietário do helicóptero.
“É exatamente o tipo de projeto que eu queria e eu não poderia estar mais feliz com a maneira como ele saiu”, disse ele. As opiniões podem estar divididas, mas Romero Britto segue um dos preferidos dos endinheirados mundo afora.

Fonte: Portal 12horas.

terça-feira, 19 de março de 2013

Boeing submete bateria do 787 a testes mais duros

Companhia está testando o volátil sistema de baterias sob um padrão rigoroso que a própria companhia ajudou a desenvolver, mas nunca havia utilizado


Nova York/São Francisco - Para por seus Dreamliner 787 de volta ao ar, a Boeing está testando o volátil sistema de baterias do avião sob um padrão rigoroso que a própria companhia ajudou a desenvolver, mas que nunca havia utilizado na aeronave.

A decisão da Boeing traz um padrão arcano conhecido como RTCA ao centro do debate sobre se a Boeing e a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) foram rigorosas o bastante ao estabelecer os padrões para o sistema de baterias do 787 em outubro de 2007. O debate pode trazer implicações ao uso futuro de baterias de ion-lítio em aeronaves.

Um comitê integrado pela Boeing publicou orientações de segurança em março de 2008 para o uso de baterias de ion-lítio em aeronaves, de modo a minimizar o risco de incêndio. Mas por terem vindo cinco meses após a FAA ter aprovado um conjunto de condições especiais para a segurança contra fogo do sistema de baterias do Dreamliner, a Boeing optou por não utilizar as novas orientações.

Na semana passada, a Boeing decidiu mudar para o padrão RTCA mais rigoroso para o sistema remodelado de baterias do 787.

Questionado porque a Boeing não havia utilizado o padrão RTCA antes, um engenheiro senior da companhia sugeriu na sexta-feira que o padrão era amplo demais.

A FAA não respondeu aos questionamentos sobre porque não aplicou o padrão antes ou sobre a decisão da Boeing em utilizá-lo agora.

Fonte: Revista Exame.

Boeing seleciona GE como fornecedora de motores para 777x


Fabricante norte-americana de aviões está seguindo adiante com a próxima geração de seu avião mais rentável...


GE: conseguiu ser a fornecedora única para as versões de maio alcance do 777, que começaram a voar em meados dos anos 2000.

São Paulo - A Boeing escolheu nesta sexta-feira a General Electric como sua parceira única de motores para o futuro avião 777x, indicando que a fabricante norte-americana de aviões está seguindo adiante com a próxima geração de seu avião mais rentável.

"A decisão de trabalhar com a GE reflete o melhor parceiro para o programa de desenvolvimento, para o itinerário e para o desempenho da aeronave", afirmou Bob Feldman, vice-presidente e gerente geral do desenvolvimento do 777x, em comunicado.

A Rolls-Royce e a Pratt & Whitney, da United Technologies, forneceram os motores para as versões anteriores do 777, mas a GE conseguiu ser o fornecedor único para as versões de maio alcance da aeronave, que começaram a voar em meados dos anos 2000.

Fonte: Revista Exame.

Perigo nos céus e falta de privacidade...






Drones podem colocar aeronaves comerciais em perigo.

A febre dos drones está só começando, mas já tem levantado diversas preocupações, incluindo a de segurança no espaço aéreo norte-americano.

Os Estados Unidos estão tomados por drones. Esses veículos voadores e não tripulados invadiram, inclusive, a imprensa especializada em tecnologia. No Tecmundo, por exemplo, você encontra uma análise do Parrot AR Drone, que pode ser controlado pelo iPhone.

Porém, a adoção desse tipo de equipamento tem levantado questões bastante relevantes para a sociedade atual. Uma dela, por exemplo, é a da privacidade. Afinal, imagine o que pode acontecer se qualquer vizinho tiver um drone espião de apenas 17 cm? Agora, algo ainda mais sério tem sido colocado em pauta: a segurança de voos comerciais.

Recentemente, no Brooklyn, um misterioso drone foi avistado pelos passageiros a poucos metros de um avião da companhia italiana Alitalia. Segundo o site USA Today, o piloto do voo chegou até mesmo a reportar o incidente para as autoridades responsáveis e, agora, o FBI tem investigado a área para tentar encontrar o detentor do “brinquedo”.

Falta de legislação não impede entusiastas

A princípio, a ausência de uma legislação bem definida para os drones domésticos não tem impedido que os norte-americanos coloquem essas “belezinhas” para voar. Apesar de parecer inocente, a aproximação de um drone a uma aeronave comercial — repleta de passageiros e tripulantes — pode causar grandes acidentes. Imagine, por exemplo, o que aconteceria se um desses drones fosse sugado pela turbina de um Boeing 777.

Recentemente, o site Gizmodo conversou com um piloto italiano que detalhou pelo menos cinco maneiras diferentes de um drone provocar um grave acidente aéreo. Entre elas está não apenas a possibilidade de o veiculo ser sugado pela turbina do avião, mas também de que destroços quebrem o cockpit e atinjam o piloto.

Também são consideradas as possibilidades de que que uma colisão contra a asa possa colocar a aeronave em perigo e, até mesmo, que a simples visão do drone possa distrair o piloto em um momento de baixa altitude ou pouca visibilidade.

Vamos torcer para que o FBI encontre o tal drone misterioso do Brooklyn antes que ele provoque um acidente.


fonte:http://www.megacurioso.com.br/veiculos/35917-drones-podem-colocar-aeronaves-comerciais-em-perigo.htm