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quinta-feira, 29 de março de 2012

Contrails



Fumaça que é muito comum de ver quando os aviões já estão voando em nível de cruzeiro: Contrails (que é uma abreviação americana para “condensation trails”, ou trilhas de condensação).
O Contrail se forma por causa da condensação do vapor de água em altitudes, causadas pela saída dos gases quentes dos motores. Quando esses gases escapam resfriam em contato com ar extremamente frio isso em altitudes superiores a 20 mil pés, gotas de água microscópicas presentes na atmosfera condensam e formam as nuvens.
Estas nuvens geralmente aparecem acima dos 26 mil pés que correspondem a 8 mil metros e somente se a temperatura externa estiver abaixo de −40 °C.


Contrails é a abreviação de "trilhas de condensação") ou trilhas de vapor são nuvens artificiais que são as trilhas visíveis de condensado de vapor de água feitas pelo escape de motores. Como os gases de escape quentes frescos no ar circundante que pode precipitar uma nuvem de gotículas de água microscópicos ou, se o ar estiver frio o suficiente, minúsculos de gelo cristais.














Os vórtices nas pontas das asas , que trilha a partir da wingtips e asa retalhos de aeronaves são, por vezes, parcialmente visíveis devido à condensação dos núcleos dos vórtices. Cada vórtice é uma massa de fiação do ar e da pressão do ar no centro do vórtice é muito baixa. Estes turbilhões nas pontas das asas não são os mesmos que contrails.

Dependendo das condições atmosféricas, rastros podem ser visíveis para apenas alguns segundos ou minutos, ou pode persistir por várias horas, o que pode afetar o clima. [ 2 ]

Contrails tendem a durar mais tempo se houver mais umidade na atmosfera e nuvens associadas de alto nível como cirrus, Cirrostratus e Cirrocumulus já está presente antes de o avião voa

terça-feira, 6 de março de 2012

AIRBUS REALIZA VOO COM MOTOR DO A350 AIRBUS REALIZA VOO COM MOTOR DO A350

Primeiro teste Trent XWB foi com o A380


Foto © Airbus
A Airbus realiza com sucesso o primeiro voo do motor Rolls-Royce Trent XWB, que equipará os A350. O motor foi instalado em um A380 de testes, que decolou de Toulouse (França), sede da empresa, e realizou um voo de mais de cinco horas, durante as quais foi submetido a uma ampla gama de configurações de energia em altitudes de até 43 mil pés. Para a Airbus, o teste foi bem-sucedido e demonstrou eficiência de combustível e baixo ruído. O primeiro voo do A350 está previsto para daqui a um ano e a entrada em serviço para daqui a dois anos.


Fonte: Revistas Aero Magazine.

EMBRAER ENTREGA 100º JATO EXECUTIVO NO BRASIL


Phenom 300 é uma UTI para socorro aéreo

A Embraer entrega o 100º jato executivo no país, um Phenom 300. O avião foi totalmente adaptado para o transporte aeromédico e será operado pela Amil Saúde. O Phenom, uma verdadeira UTI aérea, curiosamente carrega o prefixo PP-UTI. "A entrega do 100º jato executivo Embraer no Brasil para atender aos desafiadores requisitos operacionais da Amil torna essa conquista ainda mais importante", disse Breno Corrêa, diretor de Marketing e Vendas da Embraer para a América Latina - Aviação Executiva. O Phenom 300 recebeu a certificação suplementar de tipo e a instalação do pacote especial para resgate aeromédico. São dez horas de autonomia de oxigênio e mil watts de potência para o funcionamento dos equipamentos médicos de última geração, como desfibrilador, marca-passo, oxímetro, bombas de infusão, entre outros. A autonomia da aeronave permite que ela voe entre São Paulo e qualquer capital brasileira a 839 km/h.





Fonte: Revista Aero Magazine.

A volta do Jumbo 747 em versão nova!!!!!



Recentemente a Boeing informou o novo projeto para esta maravilhosa aeronave, tratasse de um 747-8I, A Boeing comercializa seu primeiro 747-8I em configuração executiva. O avião será entregue em 2014 após ter seu interior remodelado e será operado pela Qatar Amiri Flight. A versão VIP do 747-8I tem 444,6 metros quadrados, mas seu interior será ampliado para 481,1 metros quadrados graças à cabine adicional "Aeroloft", localizada entre o pavimento superior e a cauda do avião, com 36,5 metros quadrados. O jumbo VIP pode transportar até 100 passageiros, com alcance de até 16.372 quilômetros.









quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Avião cai na Baía do Guajará

                                  Foto meramente ilustrativa apenas para mostrar o modelo da aeronave.      


Um avião bimotor de prefixo PT - OFD, caiu pouco antes da meia noite desta quinta-feira (09) na Baía do Guajará, atrás da Base Aérea de Belém, na Rodovia Arthur Bernardes.
A tripulação era composta de quatro pessoas que já foram resgatadas e tiveram apenas ferimentos leves.
Segundo o Capitão Piquet da Aeronáutica, a aeronave caiu na água e as vítimas conseguiram nadar até a margem, facilitando o resgate no local.
Até o momento não se tem informações de onde a aeronave partiu e nem o que motivou a queda.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Airbus admite erros de produção e design no superjumbo A380


A Airbus responsabilizou uma combinação de falhas de produção e design pelas rachaduras que surgiram nas asas de seu superjumbo A380, mas a empresa informou que encontrou uma solução simples para o problema, reduzindo preocupações entre analistas de mercado.

Em comentários francos não muito comuns, um alto executivo da Airbus afirmou que a empresa estabeleceu uma forma de reparar as rachaduras encontradas em um pequeno número de componentes dentro das asas do A380, que fizeram autoridades europeias ordenar na semana passada inspeções de segurança nas aeronaves do modelo.

A Airbus e uma das principais operadoras do A380, a Singapore Airlines, também confirmaram informação da Reuters sobre a descoberta de mais exemplos de rachaduras durante as inspeções compulsórias. "O A380 é seguro", disse Tom Williams, vice-presidente executivo de programas da Airbus. O executivo viajou para Dublin para um discurso não agendando durante uma conferência do setor para diminuir as preocupações sobre a segurança do avião.

Ele afirmou que engenheiros excluíram a hipótese de fadiga de material no avião jovem, que entrou em serviço em 2007. Os comentários com uma série de detalhes marcaram uma mudança de tom depois do episódio em que um motor instalado em um A380 da australiana Qantas explodiu e a fabricante Rolls Royce foi criticada pela indústria e autoridades por não dar informação suficiente.

"Isso é uma mudança importante na obtenção de informações que no passado não eram dadas. Não se pode desconsiderar essas coisas, mas não é um problema sério e eles têm a solução à mão", disse Howard Wheelton, especialista em aviação da corretora BGC Partners.

Desenvolvido a um custo estimado de 12 bilhões de euros na Inglaterra, França, Alemanha e Espanha, o A380 tem envergadura de 79,8 metros, suficiente para 70 carros. A Airbus vendeu 253 unidades do modelo a um custo de tabela de US$ 390 milhões cada. Atualmente 68 unidades estão em serviço.


Como funciona o piloto automático


Pilotos automáticos e aviônicos

Os pilotos automáticos, ou auto-pilotos, são dispositivos que controlam naves espaciais, aeronaves, embarcações, mísseis e veículos sem a constante intervenção humana. Como a maioria das pessoas associa os pilotos automáticos às aeronaves, vamos nos concentrar nos aviões neste artigo. Entretanto, os mesmos princípios se aplicam aos pilotos automáticos que controlam qualquer tipo de veículo.




No mundo da aviação, o piloto automático é mais precisamente descrito como um sistema de controle de vôo automático (AFCS - automatic flight control system). Um AFCS faz parte dos aviônicos de uma aeronave: os sistemas eletrônicos (em inglês), os equipamentos e os dispositivos usados para controlar sistemas-chave do avião e seu vôo. Além dos sistemas de controle de vôo, os aviônicos incluem sistemas eletrônicos para comunicações, navegação, prevenção de colisões e condições climáticas. O uso original de um AFCS se destinava a proporcionar alívio ao piloto durante estágios monótonos do vôo, como o vôo de cruzeiro a altas altitudes. Pilotos automáticos avançados podem fazer muito mais que isso, realizando até manobras altamente precisas, como pousar uma aeronave em condições de visibilidade zero.

Apesar de existir uma grande diversidade nos sistemas de piloto automático, a maioria pode ser classificada de acordo com o número de peças, ou superfícies, que controla. Para compreender essa explicação, a familiaridade com as três superfícies básicas de controle que afetam a posição de uma aeronave ajuda bastante. A primeira é composta pelos profundores, dispositivos na cauda de um avião que controlam a inclinação (a oscilação de uma aeronave em torno do eixo horizontal perpendicular à direção do movimento). O leme direcional também está localizado na cauda do avião. Quando o leme direcional é inclinado para estibordo (direita), a aeronave muda de direção: gira sobre um eixo vertical naquela direção. Quando o leme é inclinado para bordo (esquerda), a aeronave se desloca na direção oposta. Finalmente, os controles de rolagem (ailerons) nas bordas traseiras de cada asa rolam a aeronave de um lado a outro.

Os pilotos automáticos podem controlar qualquer uma ou todas essas superfícies. Um piloto automático de único eixo gerencia apenas um conjunto de controles, geralmente os ailerons. Esse tipo simples de piloto automático é conhecido como "nivelador de asas" porque, ao controlar a rolagem, ele mantém as asas da aeronave niveladas. Um piloto automático de dois eixos gerencia os profundores e os ailerons. Finalmente, um piloto automático de três eixos gerencia todos os três sistemas de controle básicos: ailerons, profundores e leme direcional.

Quais são as parte básicas de um piloto automático que lhe possibilitam controlar essas três superfícies? Veremos a resposta na próxima seção.­